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terça-feira, 6 de março de 2018
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Empatia
O que é Empatia?
Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.
A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo - amor e interesse pelo próximo - e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais.
A capacidade de se colocar no lugar do outro, que se desenvolve através da empatia, ajuda a compreender melhor o comportamento em determinadas circunstâncias e a forma como o outro toma as decisões.
Ser empático é ter afinidades e se identificar com outra pessoa. É saber ouvir os outros, compreender os seus problemas e emoções. Quando alguém diz “houve uma empatia imediata entre nós”, isso significa que houve um grande envolvimento, uma identificação imediata. O contato com a outra pessoa gerou prazer, alegria e satisfação. Houve compatibilidade. Nesse contexto, a empatia pode ser considerada o oposto de antipatia.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
REFLEXÃO DO DIA: A Amizade
A palavra amigo deriva do latim amicus, com o significado de preferido, amado. Sua origem é o verbo amare, em português - amar. Assim, a amizade é uma forma de amor. Um amor sincero, leal e transparente.
Amigo de verdade não é aquele que diz o que você quer ouvir. É aquele que diz o que você PRECISA ouvir! Ele arrisca a amizade pelo seu bem. Aquilo que você quer ouvir seus inimigos podem lhe dizer a qualquer hora, especialmente se isso for encaminhá-lo para armadilhas.
A amizade verdadeira possui um interesse interessado, não “interesseiro”. Um amigo de verdade está interessado em te ver feliz, não age de maneira interesseira buscando ser feliz através de você. Amigos de verdade não querem vantagens, estão com você por quem você é!
Um amigo de verdade multiplica os momentos felizes e ameniza os momentos de tristeza. Ele dá força e inspiração e divide as experiências com tamanha alegria que te faz ter a certeza de jamais estar sozinho.
Carlos Hilsdorf
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
sábado, 2 de agosto de 2014
Escolhas são escolhas...
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
DESPEDIDA - por Martha Medeiros
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
domingo, 1 de junho de 2014
Lenda Sioux da Águia e do Falcão!
Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez,
Touro Bravo,o mais valente e honrado
de todos os jovens guerreiros,
e Nuvem Azul, a filha do cacique,
uma das mais formosas mulheres da tribo,
chegaram de mãos dadas,
até a tenda do velho feiticeiro da tribo ...
- Nós nos amamos... e vamos nos casar - disse o jovem.
- E nos amamos tanto que queremos um feitiço,
um conselho, ou um talismã...
alguma coisa que nos garanta que poderemos
ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos
um ao lado do outro até encontrarmos a morte.
Há algo que possamos fazer?
E o velho emocionado ao vê-los tão jovens,
tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil
e sacrificada...
Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia,
e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão
mais vigoroso do monte e traze-lo aqui com vida,
até o terceiro dia depois da lua cheia.
E tu, Touro Bravo - continuou o feiticeiro -
deves escalar a montanha do trono, e lá em cima,
encontrarás a mais brava de todas as águias,
e somente com as tuas mãos e uma rede,
deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!
Os jovens abraçaram-se com ternura,
e logo partiram para cumprir a missão recomendada...
no dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro,
os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos...
e viu eram verdadeiramente formosos exemplares...
- E agora o que faremos? - perguntou o jovem -
as matamos e depois bebemos a honra de seu sangue?
Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? -propôs a jovem.
- Não! - disse o feiticeiro, apanhem as aves,
e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro...
quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado,
e soltaram os pássaros... a águia e o falcão,
tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno.
Minutos depois, irritadas pela incapacidade do voo,
as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar.
E o velho disse: Jamais esqueçam o que estão vendo...
este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão...
se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor,
não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde,
começarão a machucar-se um ao outro...
Se quiserem que o amor entre vocês perdure...
"Voem juntos mas jamais amarrados".
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